Veteranas dominam finais em Szombathely

Ainda sobre a etapa da copa do mundo de ginástica da Hungria, realizada entre 2 e 4 de outubro, tivemos alguns destaques na disputa feminina, marcada por retornos de atletas veteranas.

VT

O ouro no salto foi para Boglarka Devai (HUN), que também se classificou na 1ª posição. A ginasta, que é campeã europeia e já saltou Cheng, passou uma longa temporada fora dos ginásios em virtude de lesão. Bem, voltando à competição, ela saltou um Yurchenko com dupla pirueta e um Lopes. Mesmo com falhas, sequer chegou aos 14 pontos, somando 13,950, foi Devai quem apresentou a maior soma das dificuldades 5,4 e 5,2.

O pódio foi completado pela nova sênior ucraniana, Anastasia Motak, que saltou Yurchenko com dupla pirueta e um Podkopayeva, D=5,4 e 4,8, respectivamente. O bronze foi para a veterana Angelina Radivilova, que apresentou um Lopes e um Yurchenko com uma pirueta.

As maiores notas de execução foram para a austríaca, Jasmin Mader, que finalizou na 4ª colocação. Em seu primeiro e segundo saltos, ela apresentou 8,900 e 8,950. Vale ressaltar que não subiu ao pódio por causa de suas notas de dificuldade, ambas abaixo de 5,0.

UB

A final das barras paralelas assimétricas não trouxe grande emoção, dada a baixa competitividade e notas de dificuldades. Diana Varinska somou 13,400, D= 5,7, nota aquém do que já mostrou ser capaz de pontuar. O pódio foi composto pelas jovens alemãs, Lara Hinsberger, D=4,5 – 12,800, e Lisa Zimmermann, D= 5,3 – 12,700.

A decepção da final foi protagonizada pela húngara e especialista de paralelas, Zoja Szekely. Ela foi inconsistente, chegou a apresentar uma boa dificuldade, D=5,4, mas que foi comprometida pelas falhas, sequer chegou aos 12,000, figurando apenas na 6ª colocação.

BB

Uma campeã inesperada para esta final, com a croata Christina Zwicker subindo ao lugar mais alto do pódio. Beneficiada pelas falhas das favoritas e primeiras colocadas na classificatória, ela teve a melhor execução da competição, apresentou uma D= 4,8 e somou 12,800.

Elina Vihrova (LAT) conquistou a prata com 12,250 e a checa Aneta Holasova, o bronze com 12,100.

Sobre decepções, a veteraníssima Marta Pihan-Kulesza (POL) havia se classificado com a nota 13,700, D=5,5, considerada alta levando em comparação os scores dos dois últimos mundiais e campeonatos europeus, mas amargou a 8ª posição; além dela, Varinska também merece ser mencionada, haja vista que havia somado 13,550 na classificatória, mas na final sequer chegou aos 12,000.

FX

Finalizando a competição, o solo foi um espetáculo à parte, sobretudo pela artisticidade das atletas. Além de plástica, Angelina Radivilova (UKR) apresentou uma nota D=5,4, somou 13,200 e conquistou a medalha de ouro. Um dos momentos áureos de sua série foi a pirueta e meia ao passo com três piruetas.

Outra veterana, a polaca Pihan foi formidável artisticamente, enriquecendo sua série com saltos e giros, apesar disso, acabou saindo do tablado e ficou na 2ª posição, D=5,2 – 12,900.

Fonte: FIG | Foto: The Gymter.

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